BAIXAR SONHOS LUCIDOS EM 30 DIAS

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postado por Nicol

SONHOS LUCIDOS EM 30 DIAS

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    Começamos a boxear no ringue e parecia real. Dentro de sua cabea h um mundo infinito, repleto de nuvens, monstros, memrias, temores, velhos amigos e cidades inteiras. Como se sabe, enquanto nossa mente permanece ativa durante os sonhos, nosso corpo fsico fica desligado, paralisado enquanto nos aventuramos pela Terra de Morfeu: os neurnios motores param de receber estmulo e os msculos ficam dormentes. O poder do pensamento. Escrever e pensar no presente vai ajud-lo a se colocar de volta nos sonhos e se lembrar de mais detalhes. Peisel, Thomas. Grn cortafuegos forestales www.

    O objetivo deste livro é ajudá-lo a explorar a arte dos sonhos lúcidos. Naquele dia, nossos ambiciosos cientistas chegaram ao laboratório com uma Sua frequência cardíaca começa a baixar, assim como sua temperatura. . os sujeitos que de fato foram para a academia aumentaram a força muscular em 30 %. Sonhos Lucidos - Dylan Tuccillo sincronicidade. Graas a Jung, muitos exploradores de sonhos de hoje em dia foram inspirados . cardaca comea a baixar, assim como sua temperatura. As coisas . aumentaram a fora muscular em 30%. Sonhos Lúcidos em 30 Dias Índice Sonhos Lúcidos Em 30 Dias A grande maioria das pessoas acha que não sonha nunca; outras sabem que. Com uma grande compreensão de sonhos lúcidos, pesquisadores acreditam .. Indiano. Antes de ir dormir sente com olhos fechados e lentamente reviva o dia. Sonhos Lúcidos – Dylan Tuccillo. Leitura Dinamica Ad · Baixar em epub Baixar em pdf Baixar em mobi Ler Online. Descrição; Informação adicional; Avaliações .

    Publicada em , a obra estabeleceu a teoria freudiana dos sonhos e provocou uma mudana radical no modo como a sociedade lidava com eles. Em resumo, Freud afirmou que todos os sonhos so formas de realizao dos desejos.

    Ou seja, eles tm origem nos conflitos reprimidos e nos desejos. So a tentativa da nossa mente inconsciente de resolver as questes do passado.

    Desde ento, dezenas e dezenas dos mais brilhantes pensadores vm seguindo os passos do mdico austraco, tentando entender essa experincia que chamamos de sonho. Mais de um sculo se passou desde a publicao da obra de Freud. Ento devemos ter avanado nesse campo de estudo, no? No h consenso quanto sua definio nem quanto s suas funes. Se voc acha isso muito louco, leve em considerao que a cincia ainda nem descobriu por que precisamos dormir.

    Alguns pesquisadores sugerem que os sonhos no tm nenhum propsito real, enquanto outros acreditam que sonhar essencial para nosso bem-estar mental, emocional e fsico. Eis algumas ideias das principais teorias sobre o assunto: Nosso crebro como um computador. Alguns acreditam que os sonhos so um meio de organizar informaes e ajudar a armazenar memrias. Como em um computador, essa seria nossa maneira de desfragmentar e reorganizar nossa mente para que possamos acordar revigorados e prontos para processar mais informaes.

    Ensaio para o futuro.

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    Esta teoria acredita que os sonhos so um ambiente seguro para conectar diferentes pensamentos e emoes, um lugar onde podemos nos preparar e praticar as habilidades necessrias para lidar com os acontecimentos que encontraremos no futuro. Eventos aleatrios. Se voc fez alguma matria de psicologia na faculdade, j deve ter ouvido falar nessa teoria.

    De acordo com ela, os sonhos so apenas a reao do crebro a processos biolgicos que ocorrem durante o sono. Os autores declararam: Os sonhos so um mero subproduto da atividade cerebral noturna aleatria Basicamente, eles esto sugerindo que os sonhos no tm sentido nenhum.

    A experincia do sonho. Oque voc quer primeiro: a boa ou a m notcia? Nossa sociedade um pouco retrgrada no que diz respeito aos sonhos. Eles no costumam ser valorizados como as incrveis pedras preciosas da experincia humana que so. Como escreveu Robert Moss em seu livro Conscious Dreaming Sonhar consciente : O sonhador comum, depois de acordar, no sabe mais onde passou a noite do que um alcolatra com amnsia.

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    Alguns de ns nos referimos aos sonhos como infantis, besteiras, uma perda de tempo. Fazemos isso por causa do ambiente em que crescemos. Tendemos a lembrar fragmentos que com frequncia no fazem sentido. A m notcia que somos ensinados a ignorar nossos sonhos, a desprez-los como uma distrao sem significado. As modernas teorias onricas mencionadas no esto incorretas, mas so incompletas. H muito mais a ser descoberto sobre o tema. Ento qual a boa notcia? As coisas no precisam ser dessa maneira.

    Como pioneiros, podemos mudar o curso e seguir em outra direo. Podemos desenvolver nossa habilidade de sonhar apenas ao escolher faz-lo. Por exemplo, o que queremos dizer exatamente quando pronunciamos a palavra sonho? Tateando em busca de uma definio, pensamos em imagens fugazes e pensamentos vagos, fragmentos aleatrios de histrias. E por que no? Quando acordamos de manh ou pensamos sobre um sonho mais tarde, e isto o que ele parece: etreo e truncado. Mas essa primeira impresso apenas a memria do sonho.

    O sonho lembrado no o mesmo que o sonho em si. Essa uma distino muito importante. Se voc se lembrar da sua festa de aniversrio de 10 anos ou do que fez dois sbados atrs, como seriam essas memrias? Seriam mais ou menos como relembrar um sonho: imagens nebulosas, sentimentos confusos e fugidios, pequenos detalhes que se destacam aqui e ali.

    A memria da sua festa de aniversrio de 10 anos no nada em comparao com a experincia real que voc viveu. Assim como nos acontecimentos da vida real, os sonhos so experincias que tm um momento presente.

    Tomar conscincia desse momento a chave para os sonhos lcidos. Pense em um homem num barco, olhando a superfcie do oceano. Abaixo, ele v manchas de diversos formatos e cores se movendo e conclui que aqueles objetos so apenas manchas de cores e formatos variados. Ele ento coloca o equipamento de mergulho e vai nadar. Ao submergir, o homem descobre um mundo inteiro sua volta. Os formatos e as cores que pensava serem apenas vislumbres agora so vvidos e detalhados.

    Peixes, corais e complexos ecossistemas estavam ali o tempo todo, bem debaixo de seu nariz. Se olharmos os sonhos de fora apenas a memria do sonho , no conseguiremos compreender sua plena realidade.

    Para entender o que so os sonhos, precisamos mergulhar no oceano. Precisamos vivenci-los enquanto se desenrolam. Este o ponto principal dos sonhos lcidos: a conscincia do momento presente no mundo dos sonhos. Aonde voc vai quando sonha? Pare e pense por um segundo. Para onde eu vou quando sonho? Neste livro, tendemos a chamar esse local de subconsciente.

    Em linhas gerais, trata-se da parte da mente responsvel por tudo aquilo que no entra na categoria de atividade mental consciente. As duas palavras so praticamente intercambiveis; apenas aconteceu de preferirmos usar subconsciente. O termo mais clnico, inconsciente, evoca a imagem de algum em estado vegetativo, comatoso e distante. Subconsciente, por outro lado, nos leva a imaginar um lugar oculto, mas ainda assim ao nosso alcance.

    O subconsciente teoricamente muito maior que a mente consciente e a alimenta, influenciando pensamentos, decises e sentimentos.

    Ele parece ser a fonte da imaginao e a origem da sabedoria. Ento no absurdo dizer que o mundo dos sonhos a encarnao do subconsciente. Mas, j que nossos sonhos so uma tapearia de smbolos pessoais, arqutipos e detalhes da vida desperta, parece razovel concluir que o mundo dos sonhos a verdadeira corporificao da nossa mente. Dentro de sua cabea h um mundo infinito, repleto de nuvens, monstros, memrias, temores, velhos amigos e cidades inteiras.

    E todas as noites voc tem acesso a essa paisagem sem limites. Isso que autoanlise! Quando alcanar a conscincia em seus sonhos, tenha em mente esta pergunta: estamos visitando o subconsciente ou outro lugar, para alm da nossa compreenso?

    Essa questo no novidade. Durante milhares de anos, os humanos vm explorando o mistrio das aventuras noturnas. Se aprendemos alguma coisa na histria das invenes e das descobertas, que, a longo prazo e frequentemente a curto , as mais ousadas profecias parecem risivelmente conservadoras.

    Arthur C. Para eles, os sonhos eram uma conexo com essas realidades mais elevadas, uma janela para a alma, uma jornada no reino do esprito. Muitas culturas aborgines acreditavam no Tempo do Sonho, uma realidade completamente diferente, um espao coletivo em que se tem acesso direto ao conhecimento sagrado e se pode falar com os mortos e aprender com os mestres espirituais que transcenderam o mundo fsico.

    Para muitas culturas indgenas, como a dos iroqueses, quem no estivesse em contato com seus sonhos no estava em contato com sua prpria alma. Os sonhos no apenas eram importantes, como tambm vitais. Quem no se conectasse a eles era considerado deficiente espiritual e emocional. Ser compreensvel se essas ideias forem de encontro a tudo o que lhe ensinaram sobre os sonhos.

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    Outras realidades? Encontrar pessoas nos sonhos? O que voc andou bebendo? Isso tudo parece loucura. Para entender de onde os antigos tiraram essas ideias, precisamos primeiro concordar que os sonhos so importantes independentemente do que sejam.

    Vamos dar uma olhada na forma como algumas culturas do passado os encaravam. Apesar das diferentes perspectivas que voc vai conhecer, a maioria delas concorda em um ponto: os sonhos podem ser qualquer coisa, menos algo sem sentido. Sumrios O primeiro registro de referncia aos sonhos remonta a a.

    Por meio das histrias do lendrio Gilgamesh, ficamos conhecendo os sonhos recorrentes do rei com sua deusa-me, Ninsun, que eram considerados profecias e usados para guiar as decises do rei no mundo desperto. Fica claro por essas histrias que os sonhos desempenham um papel histrico h pelo menos cinco milnios. Egpcios antigos A primeira evidncia registrada de uma sociedade de sonhadores pode ser encontrada entre os egpcios antigos.

    Eles acreditavam que os sonhos estabeleciam uma ligao direta com o mundo espiritual. Tudo indica que eles praticavam uma espcie de sonho lcido e dominavam algumas habilidades de sonho, como a metamorfose e a viagem no tempo. Um sinal claro disso sua crena no Ba ou alma , que podia viajar conscientemente para fora do corpo durante o sono. At sua palavra para sonho, rswt pronuncia-se resut , se traduz como despertar ou vir a despertar, e era representada em hierglifos como um olho aberto.

    Estudiosos defendem que o olho aberto tambm pode significar um despertar para a verdade, para conselhos ou insights que deixamos passar na vida desperta. Os egpcios eram to conectados aos sonhos que construram templos especificamente para a prtica da incubao de sonhos: um mtodo para receber a cura divina e as mensagens revelatrias por meio deles. Os antigos acreditavam que o mundo dos sonhos era uma realidade mais profunda, um lugar onde a verdadeira transformao podia acontecer.

    Os encarregados de interpret-los nessa poca eram chamados de Descobridores das Coisas Ocultas. Gregos antigos Os gregos antigos tambm consideravam os sonhos uma prtica espiritual, uma conexo com o divino. No incio acreditava-se que apenas Zeus enviasse sonhos divinos, mas, com o passar do tempo, outros deuses tambm receberam permisso para isso.

    Alguns deuses governavam especificamente a arena dos sonhos Hipnos presidia o sono e seu filho, Morfeu, reinava sobre os sonhos. Espalhados pelo Mediterrneo, os gregos construram mais de trezentos santurios para servirem de templos para os sonhos, aonde as pessoas costumavam ir em busca da cura uma forma de cuidado fsico, emocional e espiritual com o auxlio dos sonhos noturnos.

    Mais de dois mil anos antes de Freud, Plato teorizou que os sonhos eram a expresso dos nossos desejos reprimidos. Em seu A Repblica, ele diz que existe em cada um de ns uma espcie de desejo terrvel, selvagem e sem leis, mesmo nos que parecem ser comedidos.

    Aristteles, por sua vez, embora fascinado pelo fato de conseguirmos enxergar cores, luzes e imagens com nossos olhos fechados durante o sono, concluiu que os sonhos no tinham propsito. Se s vezes previam o futuro, ele acreditava se tratar de mera coincidncia.

    No sculo II a. Oneirokritikon, ou Sobre a interpretao dos sonhos.

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    O crocodilo significa um pirata, assassino ou algum no menos malvado, escreveu. O modo como o crocodilo trata o sonhador determina a maneira como o sonhador ser tratado pela pessoa que est sendo representada pelo crocodilo. O gato significa um adltero. Isso porque um ladro de pssaros. E os pssaros lembram mulheres. Em vez de criar apenas um sistema genrico de interpretao dos sonhos, Artemidoro foi o primeiro a levar em conta os antecedentes pessoais dos sonhadores. Romanos Como aconteceu com muitos aspectos de sua cultura, no que diz respeito aos sonhos, os romanos pegaram carona nas crenas dos gregos e egpcios antigos.

    Eles copiaram tudo, das incubadoras aos templos para os sonhos. At leram o Oneirokritikon. Alm disso, o pitagorismo, uma filosofia grega que remonta a a. Esse sistema metafsico de crena se baseava na matemtica, mas nada tinha a ver com a geometria do ensino mdio. Os pitagricos afirmavam que a viagem consciente da alma era possvel e que gurus nascidos com sculos de diferena uns dos outros podiam se comunicar atravs dessas estradas msticas.

    Com o crescimento do cristianismo entre os romanos, a interpretao dos sonhos passou a ser determinada pelas lentes da Bblia e a cultura dos templos para os sonho foi eliminada. Hindus De acordo com a mitologia hindu, tudo no mundo fsico um sonho acontecendo na mente de Vishnu. Ns somos apenas manifestaes personagens desse sonho se voc preferir. Acredita-se que nosso mundo vai acabar quando o sonho de Vishnu terminar. O sonho nos d um vislumbre do deus que nos cria medida que nos sonha e traz existncia.

    Os hindus acreditam que o sonho um estado mais elevado de conscincia do que a viglia. Tibetanos A prtica da ioga do sonho entre os budistas tibetanos data de pelo menos mil anos atrs. Apesar de egpcios e gregos antigos j conhecerem o poder dos sonhos, esses iogues foram os pioneiros dos sonhos lcidos e estabeleceram suas bases.

    Eles descreveram tcnicas especficas para alcanar a lucidez e treinar a conscincia. Mas as coisas no paravam por a.

    Uma vez conscientes no estado de sonho, tinham que completar algumas tarefas, progredindo aos poucos para nveis mais altos. Esses desafios incluam a explorao de vrios mundos, falar com seres iluminados no mundo dos sonhos e se metamorfosear em animais para mencionar apenas alguns.

    A meta do iogue sonhador era tomar conscincia de que toda a vida no passa de um sonho. Apreender o sonho era um termo que eles usavam e significava alcanar a conscincia completa. Se um praticante conseguisse ficar realmente consciente em um sonho, pensavam, o sonho se transformaria em um grande estado abenoado de xtase sem ego.

    Ah, o puro nada. Quando tivesse acesso a esse nada, o iogue conseguiria observar a mais pura forma de conscincia. Chineses A evidncia de registros de sonhos na cultura chinesa remonta a 4 mil anos atrs. Como em outras culturas da mesma poca, o conceito chins do sonho se misturava a outro: o reino dos mortos e dos espritos. Os chineses dividiam a alma em duas partes, o po alma material e o hun alma espiritual.

    O hun ficaria livre para visitar a terra dos mortos e entrar em contato com as almas de outros sonhadores. Mas no acorde algum antes de sua alma voltar ao corpo. Os chineses acreditavam que sua alma poderia ficar perdida se voc fosse despertado muito abruptamente e ningum quer isso, no? Hebreus Quanto mais mergulhamos na histria da cultura hebraica, mais encontramos pistas que indicam uma cultura dos sonhos.

    No Talmude, livro escrito entre e d. H mesmo uma espcie de dicionrio que permite que o leitor analise sonhos, pesadelos e vises. Ele afirma que um sonho no compreendido como uma carta no aberta. Os sonhos eram considerados uma maneira de receber a orientao direta de Deus. Tribos indgenas Para esses povos da terra, tudo nossa volta tinha esprito, e acessvamos esse reino espiritual quando dormamos. O sonho tambm era uma atividade social. Essas culturas acreditavam que, quando sonhamos, vamos para um reino partilhado que no limitado por espao nem tempo.

    Poderamos receber visitas nos nossos sonhos e visitar os sonhos dos outros. Em vez de engolir uma xcara de caf, tanto os aborgines australianos quanto os iroqueses comeavam o dia compartilhando suas aventuras da noite anterior. Os sonhos eram com frequncia uma fonte de orientao no apenas em nvel individual, mas para toda a comunidade, e eram usados para a caa, a cura e a guerra. Com a disseminao das prticas dogmticas da cristandade pela Europa, os sonhos comearam a perder espao.

    Apesar dessa abordagem infeliz aos sonhos durante essa poca, importante destacar que nos textos religiosos cristos h vrias menes aos fenmenos onricos. S na Bblia h centenas de referncias a sonhos. Depois Martinho Lutero pregou que o diabo era o responsvel pelos sonhos e que as mensagens divinas podiam ser recebidas apenas pela igreja.

    So Joo Crisstomo afirmou que os sonhos eram irrelevantes. Fala srio, gente! Tempos modernos Depois da Idade das Trevas, o sonho foi praticamente varrido para debaixo do tapete. O antroplogo Ray mond L. Lee aponta que mesmo aps o Renascimento, os sonhos eram tratados como subprodutos pouco notveis de distrbios psicolgicos ou m digesto que no possuam qualquer valor real. Foi apenas na virada do sculo XX que os sonhos foram tirados da escurido pelo nosso amigo, o doutor Sigmund Freud.

    Ele iniciou um ramo da psicologia dedicado a desvelar a mente inconsciente de seus pacientes por meio da interpretao dos sonhos. Isso serviu no apenas para trazer de volta essa questo. Agora os sonhos eram vistos sob uma luz totalmente nova eles se tornaram seculares. Algumas ideias de Freud logo foram desafiadas por um aluno dele, um jovem de pensamento radical chamado Carl Jung.

    Ele acreditava que os sonhos no tratavam apenas do passado, mas tambm do presente. Para ele, os sonhos nos mostravam o que estamos lutando para conquistar e os obstculos em nosso caminho. Mas Jung no abandonou por completo os ensinamentos de seu professor. Ele aceitava a estrutura bsica e as teorias de Freud sobre a linguagem dos sonhos, juntamente com a ideia de interpretar os sonhos por meio de associaes.

    E Jung no apenas observava pacientes: ele era um vido sonhador. D uma olhada em seus ensaios e voc vai encontrar alguns tpicos surpreendentes: poderes psquicos, sonhos coletivos e telepatia. Ele acreditava que sonhamos no inconsciente coletivo um espao compartilhado e cunhou os termos arqutipo e sincronicidade. Graas a Jung, muitos exploradores de sonhos de hoje em dia foram inspirados a pensar fora da caixinha, exumando algumas ideias que estavam enterradas desde os tempos antigos.

    Os sonhos so experincias privadas e autnomas acontecendo apenas na mente de cada um de ns? Ou possvel que eles aconteam em um local coletivo e compartilhado? Como vimos, muitas culturas acreditam que a ltima opo a verdadeira. Quem est com a razo? Nossos ancestrais tinham uma relao completamente diferente com os sonhos, que eram uma extenso do mundo desperto, uma realidade to importante quanto a vida real. Muitos de ns fomos condicionados desde a infncia a encarar essas vises do mundo interior como apenas sonhos.

    Voc no precisa acreditar em tudo que acabou de ler, mas sugerimos que veja essas ideias como possibilidades, por mais esquisitas que possam parecer. Antes de escrever este livro e de fazermos uma extensa pesquisa sobre o tema, achvamos que sabamos o que eram os sonhos. Agora, algumas dessas ideias dos antigos no nos parecem mais to disparatadas assim. Ento vamos fazer um favor a ns mesmos e comear do zero. Imagine uma lousa gigante cheia de tudo o que voc sabe ou pensa sobre os sonhos, coberta com palavras e diagramas, lotada de ideias sobrepostas.

    Agora pegue. Apague tudo. Para reaprender a sonhar, tudo de que voc precisa manter a mente aberta. Como nossa me nos ensinou, no acredite em nada do que ouvir e apenas em metade do que vir. No tome nossas palavras, as de nossos ancestrais e mesmo as da psicologia moderna como verdades absolutas. Em vez disso, descubra por si mesmo, atravs da experincia, o que so os sonhos de verdade.

    Os captulos a seguir vo lhe oferecer orientaes prticas do que voc precisa para alcanar a lucidez. Comearemos com os fundamentos bsicos, ajundando-o a se reconectar com suas aventuras noturnas. Chega de sonhos nebulosos e truncados. Encontramos inmeros livros e sites sobre o tema, cada um oferecendo uma lista interminvel de tcnicas.

    No nos identificamos com essas fontes de informao; muitas eram acadmicas demais. As que no eram to complicadas no conseguiam indicar um caminho claro, pois apresentavam vrias opes diferentes e deixavam a cargo do leitor experiment-las e identificar quais funcionavam. Mas por fim aprendemos a ter sonhos lcidos e descobrimos tcnicas brilhantes. Olhando para trs, percebemos que a estrada no precisava ter sido to rdua assim.

    Somos os seus guias e no queremos que voc tenha que passar por esse mesmo processo to trabalhoso. Decidimos ento reduzir o leque e apresentar apenas as melhores tcnicas. Para seguir adiante, importante que voc tenha uma caixa de ferramentas bem-equipada, com os fundamentos bsicos dos sonhos lcidos. Nesta seo, voc vai aprender a se reconectar com seus sonhos caso tenha perdido o contato com eles, como muitos de ns e tambm vai conhecer a tcnica mais poderosa para induzir a lucidez.

    Ao final dela, voc estar pronto para mergulhar em seu subconsciente e comear a explor-lo. No se apresse. Para dominar a arte dos sonhos lcidos, necessrio primeiro ser capaz de se lembrar dos seus sonhos, estabelecer suas intenes e desenvolver uma desconfiana saudvel em relao realidade.

    Antes de se tornar um experiente capito, voc tem que aprender a pilotar o barco, a aproveitar o vento e a saber o que fazer diante do mau tempo. Domine o barco e voc vai dominar o mar. Pois a funo do crebro, que, durante o sono, nos encanta com a viso de um mundo perfeitamente objetivo, intuitivo e palpvel, deve contribuir igualmente para a representao do mundo objetivo durante a viglia.

    Esses mundos, diferentes quanto matria, procedem nitidamente de uma mesma forma. Passa correndo V pelas portas da estao e levanta o brao para checar o relgio. Quando o apito soa, voc sabe que tem apenas um minuto. Com o corao disparado, percebe que, se os seus ps no forem rpidos o bastante para alcanar a plataforma, o trem vai embora sem voc. O tempo est se esgotando. Agora voc pode ver o trem, com a fumaa saindo da chamin.

    Todos a bordo! Sem flego, voc salta no ar. Prxima parada, terra dos sonhos! Seguro e a bordo, voc ocupa seu assento. O rangido rtmico das rodas relaxa seu corpo e, embora no tenha certeza de seu destino, voc est entusiasmado com a viagem.

    J discutimos o que so os sonhos, mas quando eles acontecem? Vamos rabiscar trs letras em sua lousa vazia: R-E-M. No, no estamos falando daquela banda de rock dos anos , mas do estgio do sono em que os sonhos acontecem.

    Essas trs modestas letras no poderiam ser mais importantes para um sonhador lcido. Vamos descobrir por qu. Nos anos , Eugene Aserinsky estava falido e tentava sustentar a famlia. Embora nunca tivesse cursado uma faculdade, convenceu a Universidade de Chicago a deix-lo frequentar aulas de ps-graduao como ouvinte. Tirando a poeira de um velho aparelho de eletroencefalograma EEG do poro de um prdio da instituio, Aserinsky ligou os eletrodos ao couro cabeludo de seu filho,.

    Armond, para estudar seus padres de sono. O jovem aspirante a cientista notou alguns resultados curiosos. Durante certos perodos da noite, o crebro adormecido de Armond subitamente mudava, como se estivesse desperto. Aserinsky tinha uma boa ideia do que causava essa anomalia: a mquina devia estar quebrada. Se eu tivesse tendncia suicida, aquela teria sido a hora, recorda ele. Eu era casado, tinha um filho, frequentava a universidade havia doze anos, mas no tinha diploma.

    J havia passado alguns anos estudando esse assunto. Eu estava absolutamente acabado. Mas depois de diversos estudos com novos voluntrios, a anomalia se repetira. Ele ento procurou Nathaniel Kleitman, um cientista veterano que estudava o sono, e os dois perceberam que, durante aquele estgio, os batimentos cardacos aumentavam e a presso sangunea subia. Notaram tambm que cerca de quatro a cinco vezes por noite, o crebro de suas cobaias de repente se alterava, como um rdio mudando de frequncia, para um estado muito ativo e desperto.

    Ao mesmo tempo, seus olhos se movimentavam rapidamente sob as plpebras cerradas. Os resultados desses experimentos levaram a uma das maiores revelaes do estudo cientfico dos sonhos. Provaram que, apesar do que se acreditava antes, sonhar no era sinnimo de dormir os sonhos ocorrem durante um tempo especfico dentro do sono.

    Na hora de batizar a descoberta, Aserinsky e Kleitman fizeram o que qualquer cientista que se preza faria: deram-lhe um nome incrivelmente enfadonho: Rapid Ey e Movement, ou REM movimento rpido dos olhos. No entanto, mesmo com esse nome sem graa, a descoberta teve suma importncia. A ponte entre o mundo desperto e o mundo dos sonhos foi encontrada nos olhos do sonhador. A cincia tinha descoberto quando sonhamos.

    Sonhos lúcidos

    A nica diferena est nos estmulos sensoriais. Durante o dia nossa experincia moldada pelos impulsos sensoriais que vm do mundo exterior, mas, quando sonhamos, nossa ateno fica voltada para o interior. Nossos sonhos e memrias se tornam agentes ativos na criao da nossa experincia. Embora no se saiba com certeza por que sonhamos, a cincia j tem algumas respostas sobre a natureza do sono.

    Os estgios no REM so caracterizados por ondas cerebrais de atividade lenta. Imagine uma montanha-russa: elas sobem e descem nos diferentes estgios do sono. Nas primeiras horas depois de adormecer, nosso estgio REM a hora do sonho relativamente curto, com durao de cinco a dez minutos, no mximo.

    A maior parte de nosso sono acontece nos estgios no REM.

    No entanto, ao longo da noite, a quantidade de tempo no sono REM vai aumentando. Pela manh os outros estgios desaparecem e, dependendo de quanto o indivduo j dormiu, seus ltimos dois estgios REM podem durar at cinquenta minutos cada! Uma noite tpica de sono obedece ao seguinte padro: Estgio 1: Ao se deitar na cama e sentir o corpo adormecer, voc j est entrando na primeira fase do sono. Essa fase a ligao entre nosso eu do estado de viglia e o do sonho. Durante a transio, voc pode experimentar imagens, luzes e outras sensaes, conhecidas como imagens hipnaggicas.

    Voc pode ter espasmos hpnicos, aqueles tremores aleatrios que se tem logo antes de pegar no sono, um fenmeno natural que seu cachorro e sua esposa devem conhecer muito bem. Este estgio comumente conhecido como crepsculo.

    Estgio 2: Este o estgio de preparao do corpo. Aqui voc j adormeceu, mas ainda no est num sono profundo. Sua frequncia cardaca comea a baixar, assim como sua temperatura. As coisas comeam a deeeesaceleeeeraaaaar.

    Nada de sonhos neste estgio, meu amigo. Estgio 3: Bem-vindo ao modo de reparo: voc est em sono profundo. Como um computador reiniciando, seu corpo est restaurando msculos e massa ssea, fazendo consertos em seus rgos e tecidos e fortalecendo seu sistema imunolgico. A partir da comeamos nossa descida de volta em direo ao despertar, saindo do sono profundo.

    Sonhos lúcidos em 30 dias

    Como em uma montanha-russa, retornamos ao Estgio Estgio REM: Finalmente! A parte divertida! Seu crebro est fervilhando de atividade e parece que voc est prestes a acordar, mas a montanha-russa atinge uma posio estvel e finalmente chega zona do sonho. Na verdade, sua atividade cerebral se assemelha tanto do seu estado de viglia que, se algum estivesse monitorando apenas a sua caixola, teria dificuldade em saber se voc est acordado ou sonhando. Voc acaba de entrar no estgio mais importante do sonhador lcido o prprio reino dos sonhos.

    Seria difcil pegar um trem se voc no soubesse a que horas ele parte. Mas, se voc sabe, fcil subir a bordo antes de ele se afastar da plataforma.

    Da mesma forma, importante entender quando o sono REM acontece, porque quando voc mais sonha. Para um sonhador lcido, essa uma informao preciosa. Se voc sabe quando vai sonhar, pode concentrar toda a sua energia nesse perodo, aumentando suas chances de acertar na mosca. Apanhar deliberadamente seu ltimo ciclo de sono REM uma das melhores ferramentas para induzir um sonho lcido, e voltaremos a ela nos prximos captulos.

    Nossa jornada comea no ltimo ciclo de cinquenta minutos, naqueles sonhos das primeiras horas da manh. Resumo Os sonhos ocorrem principalmente no perodo conhecido como sono REM. Q uando entramos no padro REM, nosso crebro mostra uma atividade semelhante do estado de viglia. Sem estmulos externos para moldar nossa realidade, ns nos voltamos para dentro, criando nossa experincia a partir de pensamentos e memrias.

    Saber quando o REM ocorre uma das ferramentas mais poderosas para se atingir o sonho lcido. Quem olha para fora sonha; quem olha para dentro desperta. Para elas, ter conscincia A durante o sonho algo que fazem desde crianas.

    Para outras, isso deve ser aprendido. Quando comeamos a ensinar as pessoas a terem sonhos lcidos, ficamos surpresos com um fato recorrente: algumas com frequncia tm seu primeiro sonho lcido logo depois de descobrirem que ele existe.

    Faz sentido, no? No comeo dos anos , o recorde para a corrida de uma milha era de mais de quatro minutos e vinha flutuando em torno desta marca havia mais de dez anos. O pblico no achava que poderia haver algum fisicamente capaz de correr uma milha em menos tempo. Mas em maio de o ingls Roger Bannister quebrou o recorde, completando o percurso em trs minutos e 59,4 segundos. Apenas seis semanas depois, um australiano chamado John Landy quebrou o recorde de Bannister, com o tempo de trs minutos e 58 segundos.

    Depois, mais tarde, no vero daquele ano, Bannister e Landy se enfrentaram em dramtico desafio. Hoje, ainda estamos avanando, com um recorde mundial de Hichman El Guerrouj, com impressionantes trs minutos e 43 segundos! Mas uma vez que uma trilha tenha sido aberta, outros podem segui-la com muito mais facilidade. Antes de alcanar uma meta, voc precisa saber qual seu objetivo e se possvel alcan-lo ou no.

    Voc tem que estabelecer uma inteno. O mesmo vale para o sonho lcido. Uma vez que tenha estabelecido a inteno de ir dormir e acordar dentro de seus sonhos, atingir essa meta fica muito mais fcil. Isso tem tudo a ver com cultivar um forte desejo.

    Este guia vai lhe apresentar as ferramentas de que voc precisa para alcanar a lucidez, mas nada mais til do que alimentar um desejo ardente de se tornar lcido. A inteno a chave se voc quer se lembrar dos seus sonhos, incubar um sonho especfico, induzir a lucidez ou dominar qualquer outra dessas. Uma inteno um propsito, um objetivo. Um pensamento direcionado a uma ao especfica. Em nossa vida desperta estabelecemos intenes o tempo todo: fazer um programa de reeducao alimentar, praticar exerccios, trabalhar menos, divertir-se mais, aprender um novo idioma.

    Quando no temos intenes na vida ou nos sonhos , por vezes perambulamos sem sentido ou direo. O que queremos se torna vago e pouco especfico. Quantas vezes enfrentamos esse problema quando se trata da nossa carreira ou vida profissional?

    Quando temos clareza do que queremos, fica muito mais fcil sair em busca do nosso objetivo. No vamos lhe pedir que decida todas as metas da sua vida. Felizmente, voc j sabe o que quer: alcanar a lucidez em um sonho. Com esse desejo em mente, vamos agora examinar os mtodos mais eficazes para estabelecer uma inteno.

    O poder do pensamento. Bem, possvel que isso no seja apenas superstio: atualmente a cincia est descobrindo dados muito interessantes, provando em que medida a mente pode ter influncia sobre o que est sua volta.

    Em um estudo, esquiadores foram ligados a um eletromigrafo EMG , um instrumento que mede a atividade das ondas eltricas associadas aos msculos. Pediu-se que fizessem treinos mentais a partir da visualizao de si mesmos desempenhando suas descidas pelas pistas. O que a pesquisa descobriu foi que os impulsos eltricos enviados aos msculos dos atletas eram os mesmos de quando eles estavam de fato esquiando.

    O crebro mandou as mesmas instrues para o corpo quando os esquiadores apenas pensavam em um movimento especfico e quando treinavam de verdade, escreve Ly nne McTaggart em O experimento da inteno. O pensamento produziu as mesmas instrues mentais que a ao. Em outras palavras, nosso crebro no distingue um pensamento e um acontecimento da vida real. Guang Yue, psiclogo do exerccio da Fundao Clnica Cleveland, tambm se interessou pelo poder do pensamento. Prestem ateno, seus preguiosos: ele descobriu que apenas imaginar os exerccios pode aumentar significativamente a fora muscular.

    Ele levou um grupo de controle para a academia e eles trabalharam os bceps, enquanto outro grupo apenas se imaginou levantando peso.

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    Jogue fora aquela carteirinha da. No precisamos de experimentos cientficos para saber quo poderosos os pensamentos so. Nossa vida determinada pelas nossas intenes. Mesmo uma meta modesta, como fazer um bolo, comea com uma inteno especfica.

    Voc primeiro imagina quais ingredientes vai usar, os passos que vai precisar seguir e como o bolo vai ficar delicioso quando estiver pronto. Objetivos maiores, como abrir um negcio, por exemplo, precisam de mais paixo e dedicao, mas o processo ainda comea com uma inteno, um desejo ardente de conseguir o que se quer.

    Para ns, sonhadores lcidos, clareza de pensamento, paixo e inteno so essenciais para explorarmos nossos sonhos, mas eles so necessrios para nos tornarmos lcidos. Crianas e adolescentes costumam ser sonhadores talentosos porque nessa idade no reconhecem seus limites.

    Eles ainda no deixaram a realidade endurecer em seu molde. Podemos aprender algo com esses jovens: devemos nos concentrar em criar e imaginar, em vez de duvidar de nossas habilidades. Se tratarmos a coisa toda como um jogo, o que pode dar errado? Como estabelecer uma inteno Voc pode ter o que quiser se desejar algo desesperadamente.

    Voc deve querer com uma exuberncia interior que irrompa atravs da pele e v se juntar energia que criou o mundo. Ela tem que ser eletrizante, deve ser alimentada pelo entusiasmo. Uma inteno um frio no estmago se espalhando pelo corpo.

    Pare por um momento e perceba a natureza profunda dos sonhos lcidos. Imagine como seria incrvel acordar em um sonho e mergulhar em seu prprio universo interior, caminhar.

    Com autorreflexo e liberdade consciente, voc pode fazer o que quiser. Siga estes passos para estabelecer uma inteno efetiva mas lembre-se de que uma inteno no uma equao matemtica, mas um desejo verdadeiro, do fundo do corao. O modo de dizer o que voc deseja a chave. Para ser mais efetiva, uma inteno deve ser o mais especfica possvel. Crie frases curtas e poderosas que tenham como foco o seu desejo, comumente conhecidas como afirmaes.

    Sua afirmao deve ser clara e direta. Se voc disser, por exemplo, Um dia gostaria de aprender a tocar piano, bem, quem sabe um dia voc aprenda. Uma verso especfica dessa ideia seria: Na tera-feira vou comear as aulas de piano e aprender escalas antes de junho. Tente utilizar o tempo presente ao construir a frase que representa sua inteno, como se ela j tivesse ocorrido. Por exemplo, antes de ir para a cama diga a si mesmo: Estou lcido e consciente em meus sonhos.

    Pensar no tempo presente elimina qualquer dvida de que seu desejo vai se tornar realidade. Sinta a inteno. Os fs de Harry Potter j conhecem esta lio: as palavras no tm efeito se voc no as sentir. Eu vou alcanar a lucidez em meus sonhos hoje noite. Quando afirmar sua inteno, visualize seu desejo se realizando na verdade, imagine-se em um sonho percebendo que se trata de um sonho.

    Pode ser til pensar em um sonho recorrente e fingir que est de volta na mesma situao. Visualize o mundo interior que o cerca. Perceba como a sensao, aquele momento do Arr! Estou lcido!. Envolva os cinco sentidos na tarefa: imagine-se respirando o ar do sonho, voando, olhando ao redor. Quanto mais ntida for a sua imaginao, melhor.

    Quando era criana, voc brincava de faz de conta. Voc provavelmente j se imaginou enfrentando drages. Era to real que voc via o drago na sua frente, sentia a excitao da batalha, permitindo-se ficar perdido naquele momento.

    Tente fazer o mesmo. Um sonhador lcido experiente no vai para a cama apenas esperando que um sonho lcido espontneo ocorra. Em vez disso, ele se deita para dormir j em busca de um sonho desse tipo. Em outras palavras, ele alimenta a expectativa de acordar em seu sonho naquela noite. Voc dorme todos os dias e sonha por cerca de duas horas. Multiplique esse nmero por dias e semanas e de repente voc vai ter tempo de sobra para praticar. Faa disso seu pensamento dominante. Ao longo deste guia, vamos lhe pedir que firme uma inteno antes de dormir.

    Mas importante que pensamentos, sentimentos e afirmaes sejam as ltimas coisas em sua mente quando voc se. Se estiver pensando em algo diferente, apenas afaste essa interrupo e leve suavemente sua ateno de volta sua inteno principal. Estou lcido e consciente em meu sonho.

    Concentre-se na sua inteno at que o sono o vena. Dessa forma, seu desejo ir acompanh-lo ao mundo dos sonhos e produzir o resultado exato que voc est esperando. Uma palavra: gratido. Sentir-se grato antes de algo acontecer uma fora muito poderosa e criativa. E isso no nenhuma bobagem mstica.

    Se voc for grato antecipadamente, aquilo j aconteceu em sua mente, eliminando qualquer estresse ou temor em relao ao desconhecido. Q uando visualizar a si mesmo no momento presente, imagine-se olhando sua frente no mundo dos sonhos. Agradea o sonho lcido antes de ele acontecer. Diga obrigado em voz alta e deixe que o calafrio desa pela sua espinha. Uma inteno efetiva tem o poder de trazer uma meta futura para mais perto do momento presente, como um pescador que fisga um peixe e o arrasta pela gua em direo ao barco.

    Quanto melhor for sua inteno, menos espao vai sobrar entre voc e seu objetivo, tornando-o mais palpvel. Para alcanar a lucidez, voc s deve ir para a cama com confiana, expectativa e inteno de perceber durante o sonho que voc est sonhando. Voc sonha todas as noites, inconsciente e desligado do fato de estar dentro de um sonho.

    Comece agora a buscar a conscincia em seus sonhos. Voc ficar surpreso ao encontr-la. Este um dos grandes paradoxos: o que voc est buscando essencial para encontrar justamente o que voc est buscando. Pense um pouco nisso. Resumo Muitas pessoas tm seu primeiro sonho lcido logo aps terem ouvido falar ou lido sobre eles. A mente no sabe a diferena entre um pensamento e uma ao. Portanto, importante ensaiar mentalmente o processo para alcanar a lucidez onrica.

    Visualize a si mesmo em um sonho, sentindo o entusiasmo de reconhecer o estado de sonho. Sinta gratido por ter experimentado um sonho lcido mesmo antes de ele ter acontecido. Q uando estabelecer uma inteno, crie uma frase simples para representla, como: Estou consciente e lcido em meu sonho.

    Cultive um forte desejo de ter um sonho lcido e faa com que esse desejo predomine em sua mente antes de voc ir para a cama. Vamos aprender a sonhar, cavalheiros, ento talvez possamos encontrar a verdade. Voc luta para alcanar o boto de desligar e coloc-lo no modo soneca. Opa, uma ligao? Quem est ligando to cedo assim? Voc sai da cama aos tropeos, ainda com uma leve lembrana do seu sonho. Com o que mesmo eu estava sonhando?

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    A memria desaparece rapidamente medida que voc comea a pensar sobre o seu dia, suas responsabilidades, suas obrigaes. Voc tenta recuperar um pedao, uma imagem, qualquer coisa da memria, em vo. Infelizmente, muitas aventuras noturnas desaparecem assim, afundando nas guas como barcos naufragados, sem possibilidade de resgate.

    Se voc nunca ou raramente se lembra dos seus sonhos, no fique triste. No h nada de errado com sua capacidade de sonhar. Voc um ser humano saudvel e normal, e sonha muito todas as noites ns lhe asseguramos.

    Suas velas esto intactas. Voc s precisa encontrar a corda para aprum-las de acordo com o vento. Em outras palavras: voc s precisa se lembrar dos sonhos que j tem. Pode parecer bvio, mas lembrar os sonhos est intimamente ligado aos sonhos lcidos.

    Como voc espera alcanar a conscincia nos sonhos se nem consegue se lembrar deles? Imagine um rio, que tenha seus sonhos de um lado e sua vida cotidiana do outro.

    Ao lembrar-se dos sonhos, voc constri uma ponte para o mundo onrico, carregando consigo memrias e experincias nessa travessia. Sem essa conexo, voc fica perdido sozinho na margem. O primeiro passo estabelecer essa ligao e fortalecer as lembranas dos sonhos. Ficamos tristes s de pensar em todos os que no lembramos, como se um caso de amnsia nos tivesse roubado anos de nossas vidas.

    Pense em toda a sabedoria e nos conselhos perdidos porque voc no se lembrou dos seus sonhos Apesar de sua natureza fluida e fugaz, h estratgias simples e um estado mental que tornam muito mais fcil lembrar-se de seus sonhos. Voc um sonhador. Qualquer um que prestar ateno aos sonhos por um perodo de tempo sonhar mais do que de costume o que sem dvida significa que eles sero lembrados com mais facilidade e frequncia. Para muitas pessoas, parece impossvel lembrar os sonhos. Ouvimos inmeras vezes variaes do mesmo discurso: Eu no sonho, Meu sono leve, Eu no sonho tanto quanto os outros.

    Afirmaes como essas so facas de dois gumes. Lembra-se de como suas palavras e crenas podem ser poderosas? Ao dizer a si mesmo que no sonha ou que no se lembra, voc cria a circunstncia exata para tornar essa convico verdadeira. Apesar das crenas, no entanto, voc deve aceitar este simples fato da vida: voc e todo mundo neste planeta sonham todas as noites. A nica questo agora se voc est fazendo isso conscientemente ou no.

    Sonhos so experincias reais. Como dissemos antes: no se trata do sonho, mas da memria do sonho. Pode parecer loucura, mas os sonhos so experincias reais semelhantes aos acontecimentos e s aes de quando estamos despertos. As experincias so vvidas e ntidas, tanto que nem passa pela nossa cabea que podemos estar sonhando. A cincia nos oferece apoio nesse ponto. Um estudo italiano de observou a atividade cerebral dos participantes enquanto eles se lembravam dos sonhos.

    Os pesquisadores notaram que os mecanismos neurofisiolgicos por trs da codificao e da lembrana de memrias episdicas podem se manter os mesmos em estados diferentes de conscincia. Em termos leigos, nosso crebro parece se comportar da mesma forma, quer estejamos nos lembrando de episdios da vida desperta, quer estejamos nos lembrando de sonhos. Eles acreditam que os sonhos no pertencem ao indivduo, mas comunidade toda.

    Tecnologia Projetiva

    Se algum tem um pesadelo com outro membro da tribo, por. Compartilhar e falar de seus sonhos com seus amigos um excelente mtodo para melhorar a lembrana deles. Pratique como os achuar e crie um ambiente seguro no qual possa conversar de seus sonhos com outras pessoas e receber feedbacks importantes. Alm disso, lembre-se sempre de oferecer apoio a quem compartilha os sonhos com voc.

    A lembrana dos seus sonhos vai aumentar significativamente. Indo para a cama Lembrar-se dos sonhos no complicado. Voc s precisa se esforar. Depois de aceitar o fato de que realmente sonha todas as noites, importante ir para a cama j com o intuito de se lembrar das suas experincias noturnas.

    Isso funciona maravilhosamente. Estabelea uma inteno 1. Repita sua afirmao. Voc deve ser breve e direto: Eu me lembro dos meus sonhos. Repita essa afirmao ao mergulhar no sono.

    Se perceber que sua mente est se desviando, conduza-a delicadamente de volta. Imagine-se acordando e lembrando-se de detalhes vvidos do sonho, escrevendo os detalhes em seu dirio veja Captulo 7.

    Antes de adormecer, leia uma pgina do seu dirio, as experincias vividas e os detalhes. Sinta-se saindo de um sonho vvido, seus olhos se abrindo e seu corao ainda batendo acelerado, a cabea cheia de sensaes. Quando adquirir o hbito de se lembrar dos sonhos, voc no precisar mais fazer este exerccio toda noite. Assim, natural e automaticamente, suas lembranas dos sonhos vo melhorar.

    Hbitos de sono saudveis. No h dvida de que os sonhadores lcidos dormem bem. As tcnicas a seguir so teis no apenas para desenvolver sua capacidade de sonhar, mas tambm para melhorar sua sade. Estabelea rituais noturnos. Faa algo relaxante, como tomar um banho quente ou ler. Medite, desenhe, alongue-se, acenda um incenso, faa uma lista do que ter que fazer no dia seguinte. Voc costuma assistir TV antes de dormir? Um estudo recente afirmou que esse hbito um dos principais fatores que contribuem para a perda do sono.

    V para a cama na mesma hora todas as noites. Assim, voc ter ciclos de sono mais consistentes, o que ser til para a induo dos sonhos lcidos. Desfrute da cama, do banho e do grande alm. O jeito como voc dorme importante. Seu quarto deve ser escuro, confortvel e silencioso. Voc precisa se sentir seguro, calmo e em paz. Deixe a vov orgulhosa. Cada uma dessas substncias tem um efeito colateral, como, por exemplo, suprimir o estgio REM e estender o sono profundo.

    Voc no precisa mudar seu modo de vida por completo mas, como essas substncias no favorecem o sono, tente diminuir sua utilizao quando estiver se preparando para um sonho lcido. Despertando Em minha vida tive sonhos que ficaram comigo para sempre e mudaram minhas ideias; me atravessaram tantas vezes, como o vinho correndo pela gua, que mudaram as cores da minha mente.

    Portanto, esse momento crucial para conseguirmos ter uma excelente lembrana dos sonhos. Nada nada mesmo! Siga as orientaes para acordar do jeito mais apropriado e voc vai estar na trilha certa para se lembrar de cada detalhe vvido dos seus sonhos: 1. Acorde lentamente, sem se mexer. Ao acordar, fique quieto. Nem mesmo abra os olhos. Permanea deitado completamente imvel e relaxado. Evite qualquer movimento abrupto. Ao emergir do sono, d-se algum tempo para se lembrar do sonho que acabou de vivenciar.

    No pense ainda em suas responsabilidades cotidianas voc vai ter o dia todo para isso. Jogue a rede na gua, puxe-a e veja o que apanhou. Deixe sua mente vagar de volta aos sonhos e tente se lembrar do mximo que puder, mesmo que as memrias sejam fragmentos minsculos. Colete fragmentos. JavaScript is disabled. For a better experience, please enable JavaScript in your browser before proceeding. Geralmente quando percebo que estou sonhando, eu acordo!

    Agora quando é um sonho bom e percebo que é sonho, infelizmente na maioria das vezes acabo despertando, mesmo querendo continuar o sonho. Vou explicar resumidamente esse exercício: - Durante o seu dia, de vez em quando fale consigo mesmo: "Isso é um sonho ou realidade? Continuando o exercício, sempre que lembrar faça essa pergunta: "Isso é um sonho ou realidade? A hora que conseguir voar, pode saber que é um sonho!!! Ou talvez descubra sua habilidade mutante!

    Realmente fez efeito esse exercício que descrevi, apesar de bem simples. E olha que eu pulei as etapas anteriores, fico pensando se tivesse seguido à risca o livro, durante os 30 dias, o que estaria fazendo hoje nos sonhos!!! Hoje às vezes acabo descobrindo que estou sonhando, mas na maioria acordo depois de uns momentos. Tenho uma experiência interessante de um sonho onde tentei alterar a realidade física do lugar, mas depois conto Acho que vou reler o livro e começar de novo, é um barato controlar o sonho, voar, fazer o que quiser!

    Usam ou usaram alguma técnica? RavenSoul Active Member Registrado. Olha, existe técnica pra isso? DRamos disse:. Steve Kept Alive By Devices! Ja tive experiência sim, uma vez sonhei que acoradava e que pra provar que era um sonho eu atravessava o braço pela parede da janela, ai eu quebrava a janela e saia voando tentando sair do sonho.

    Quando eu notava que perdia a consciencia eu acordava de novo e repetia o ato, fiz isso umas 3 vezes naquela noite. Agora que eu li seus relatos irei voltar a fazer dessa vez até conseguir. De repente oalto do prédio começou a rachar, e foi desmoronando!!!! Senti como se tivesse gasto uma grande energia para conseguir mudar algo físico no sonho!!! Pena que só uma vez fiz isso TLL Click here to enlarge Registrado.

    TheTLL disse:. Você sonhou isso num belo dia 11 de setembro? OwN Registered User Registrado.