MUSICA O PALHACINHO ATRAPALHADO BAIXAR

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MUSICA O PALHACINHO ATRAPALHADO BAIXAR

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Homem de espírito, grande político, soube como ninguém equilibrar-se para sobreviver às intrigas de seu tempo. Protestante, renunciou a sua fé para sagrar-se rei dos franceses. Era um ambicioso que conscientemente movia suas peças para alcançar o poder. Um monarca que pode, sem rir, comparar-se ao sol é muito sério para ser sensato. No início, eram pequenas cenas representadas dentro das igrejas. Esse fenômeno artístico acontece estreitamente ligado ao crescimento das feiras.

Nos séculos XII e XIII, as feiras tornam-se o principal instrumento de troca, transformando a economia e desenvolvendo as relações entre os povos. Toda a Europa tinha suas feiras. De início, elas duravam algumas semanas, mas logo passaram a durar meses.

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Circulando por ali, toda uma fauna de gente que vinha vender, baixar ou simplesmente olhar aquele movimento inaudito. Vem daí o termo saltimbanco, saltare in banco. É a mes- ma origem de banqueiro também, pois era em cima de bancos que os cambistas trocavam moedas, avalizavam empréstimos e vendiam promissórias. No início bastava um banco, depois um tablado com cortinas e, mais tarde, nas feiras maiores, foram sendo construídos verdadeiros teatros.

Na outra, macacos e cachorros adestrados. Os primeiros teatros de feira surgiram no final do século XVI. O sucesso é enorme e a inveja dos teatros oficiais também. Todos buscavam um mecenas, um protetor. Uma intensa luta se estabelece por quase dois séculos.

A resposta dos teatros populares de feira é ir burlando as regras e enganando as autoridades policiais. Surgem as peças de cenas curtas. É proibido dialogar? Inventam o monólogo. Criam cenas em que um personagem fala e o outro responde de fora de cena.

Nesse processo de superar as restrições impostas para manter velhos privilégios, alguém acaba tendo a idéia de voltar aos ditirambos gregos e cantar os textos, inventando assim a Ópera Cômica. A arte da comicidade parece seguir uma linha contínua que, às vezes, some, mas nunca se detém.

A comédia trabalha com mitos e estereótipos óbvios, aparentemente simples, mas que habitam as profundezas do nosso inconsciente desde tempos imemoriais. A arte consiste em captar a essência dos tipos con- seguindo, a cada vez, renovar-lhes o frescor e a comicidade. No século I a. É considerado o antecessor do Polichinelo.

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O tempo passou, o império romano se desfez na poeira, mas os tipos da Comédia Atelana nunca saíram de cena. Sobreviveram nos repertórios dos jograis, mimos e saltimbancos que rodavam a Europa me- dieval. Tudo que é vivo se transforma. Sua pequena companhia apresentou-se pela primeira vez em Veneza, durante o carnaval de O Zanni constantemente aparece em dupla. A vida é dura, sempre foi. Aí, vale o apoio de um ajudante, que se passa por comprador, tece elogios ao produto e adquire logo dois, retirando-se da roda sem nunca deixar de incentivar os incautos a baixarem também Esse truque foi usado na Grécia antiga e ainda hoje faz sucesso no Largo da Carioca, em pleno Rio de Janeiro.

Se anteriormente falamos das gags físicas, agora vamos falar da arte dos parlapatões. Falar, falar, falar e, com a fala, levar ao riso, hipnotizar, tomar conta, dominar. O dinheiro colocado no chapéu é o paga- mento mais justo dado a um artista. Curiosamente essa figura em inglês é chamada de mountebank, literalmente o que monta no banco, mesma origem de saltimbanco.

O palhaço esquentava a platéia. Dizia bobagens, contava histórias absurdas, brincava com um macaco amestrado e preparava a audiência. Pouco se sabe sobre sua origem. Às vezes ele se dizia italiano, mas era comum os artistas de rua e de feira apresentarem-se como estrangeiros.

Isso aumentava o charme e o mistério e atraía a curiosidade da platéia. Qual a diferença entre a mulher e a garrafa? Ao final, Tabarin dava a resposta certa. Normalmente alguma besteira ridicularizando soldados, advogados, médicos ou algo referente a tripas, peidos, ventosidades, fedores e cu.

Mondor Mas isso se faz naturalmente. Tabarin Vejo que preciso ensinar-lhe esse segredo, meu Mestre, a troco de que me pagues um trago. Tabarin ficou famoso também por seu chapéu. Conseguia fazer 52 personagens diferentes apenas modificando o formato do chapéu. Com o sucesso, Tabarin ganhou muito dinheiro e teve suas histórias vendidas em pequenos panfletos e mais tarde editadas em livros. Em , retira-se da vida artística e, segundo alguns autores, compra uma linda propriedade nos arredores de Paris.

Em , teria sido assassinado a mando de seus preconceituosos vizinhos. Tabarin vira lenda e, em , em Paris, começa a circular um livreto com O Encontro de Gaultier- Garguille e Tabarin no outro mundo, farsa deliciosa que mostra o encontro de Tabarin com o recém falecido cômico do Hotel de Bourgogne. O Diabo e o Vice sempre acabavam em algum tipo de disputa ou aposta que o Vice vencia usando de alguma esperteza ou tramóia. No final o Diabo levava uma grande surra do Vice, para alegria e gozo da platéia.

Agora ele é um tipo de características bem definidas. Sua linguagem também evolui. Richard Tarlton? Cantando e dançando a jiga, fazia piadas em verso, improvisando com a platéia. Kemp deixa a companhia em e é obrigado a enfrentar as dificuldades de uma carreira solo. Pouco tempo depois, em , numa brilhante jogada de marketing, anuncia que vai fazer o percurso de km, de Norfolk a Londres, dançando a jiga. Kemp realiza o feito e obtém retumbante sucesso.

Em , quatrocentos anos depois de sua caminhada-dançada, a prefeitura de Norfolk organizou um festival em homenagem a William Kemp e reeditou seu feito, mantendo viva a memória do palhaço dançarino. Armin tinha um estilo bem diferente de Kemp e isso pode ser sentido nos personagens que Shakespeare escreveu especialmente para ele. Robert Armin foi autor de livros e peças para teatro, tendo sido um dos primeiros a escrever uma história do humor com o seu Foole upon Foole, livro em que conta a história de diversos bobos da corte e faz uma coletânea de piadas e brincadeiras.

Nessa época, em Londres, apresentavam-se também as companhias equestres de Hayam, Jacob Bates e Price. E é aí que surge o palhaço de circo!

É tudo cômico! Surge o palhaço de circo. Na segunda parte, melodramas e pantomimas e, especialmente, os hipodramas. Charles Dickens, em seu livro A Loja de Antiguidades2, descreve o prazer de uma tarde no circo de Astley. Reproduzo, a seguir, este momento, mantendo as notas do editor e da tradutora: Por fim chega chegaram ram ao teatro, que era o de Astley nota do editor original: teatro existente em Westminter Bridge Road e que foi montado em por Philip Astley.

Mas, nem imaginam que que lugar aquele - o teatro de Astley! E que luminosidade aquela que se derramou sobre todos eles, quando uma fiada de luzes brilhantes se elevou vagarosamente! Esta imagem é antiga, muito antiga, e permanece uma boa piada ainda nos dias de hoje. As pantomimas equestres, também chamadas de hipodramas, costumavam ter temas militares mostran- do batalhas heróicas e corridas de cavalos.

O texto de Charles Dickens, que transcrevemos anteriormente, bem mostra o que era um melodrama a cavalo com a mocinha, o mocinho, o bandido e o palhaço. O cavalo começa a galopar enlouquecidamente e ele sofre para manter-se em cima do animal. O problema é que eles têm apenas um cavalo. Sobem e descem do animal, dando cambalhotas e saltos cômicos, até a chegada de um carvoeiro, que entra no revezamento sem respeitar a ordem e o tempo combinado.

Foi a partir deles que surgiu outro nome para os cômicos de cara branca: enfariné enfarinhados. A cena cômica equestre mais famosa nessas primeiras décadas do circo moderno chamava-se Rognolet et Passe-Carreau, apresentada pela primeira vez em por Antonio Franconi.

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O enredo era muito simples, mas dava margem a muitas acrobacias e quedas nos cavalos. Rognolet é um desajeitado alfaiate, que fica todo contente ao ser chamado ao castelo de um nobre importante que desejava renovar completamente o seu guarda-roupa. Tudo pronto, só falta subir no cavalo.

E aí a cena começa. A cena era realizada com um cavalo magistralmente treinado, um cavalo-ator! Interessante notar que, na França, o clown equestre era comumente chamado de Paillasse, nome de um personagem cômico muito popular no século XVIII.

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Nasce a primeira dupla de cômicos tipicamente circense: o mestre de pista e o palhaço. Joe Grimaldi — o pai dos palhaços nunca trabalhou num circo! Descendente de uma longa dinastia de saltimbancos, nasceu no meio de equilibristas, saltadores, dan- çarinos de corda e cômicos. Aos três anos, fez sua estréia numa típica pantomima inglesa.

Toda a vida Grimaldi foi um palhaço de palco, de pantomimas, nunca tendo atuado num picadeiro. Arlequim estava sempre presente com suas cabriolas, acrobacias, tapas, pés na bunda e bordoadas, que distribuía com fartura e sem pudor. A tradicional pantomima inglesa era povoada de fantas- mas, ogros, lobos, duendes, gnomos e fadas, e tinha no clown o elemento cômico que perpassava todas as histórias, por mais absurdas que elas fossem….

As canções de Grimaldi ficaram famosas e passaram a fazer parte das pantomimas, mesmo depois de sua morte. A balada Hot Codlins - sobre uma velha bêbada que compra um doce puxa-puxa bem quente e, por contraste com o doce quente, sente frio e, por se sentir com frio, compra um pouco de gim para se esquentar - fez sucesso por muitos e muitos ELOGIO DA BOBAGEM 63 anos, passando a fazer parte do repertório de todos os clowns de pantomima. Em cena, ele conseguia, em poucos segundos, transformar alguns nabos e cenouras em um homem-vegetal 3 Walt Disney suavizou as histórias tradicionais expurgando a violência, adoçando a crueldade e omitindo as re- ferências à sexualidade.

Interessante notar que o mesmo fenômeno — guardadas as proporções — acontece com o palhaço norte-americano, adoçado e forçado a se transformar numa figura adequada aos padrões puritanos que vêem a criança como um ser puro e assexuado, que deve ser protegido da realidade…. Depois rodava a manivela e logo começava a sair de dentro da geringonça uma fieira de salsichas. Constan- temente encontramos conceitos evolutivos com esta equivocada escala de valores aplicados na história das artes em geral.

A História é sempre um tanto mais complexa. O costume de dividir o estudo da História em Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea é um esquema, um bom esquema, que nos ajuda a compreender grosso modo mudanças profundas e concretas. Quantas divisões e subdivisões precisam ser criadas para explicar um Picasso? Depois, envolto numa lenda ridícula, surge o augusto, palhaço de nariz vermelho, paletó folgado e imensos sapatos.

Segundo ele, quando no singular — o clown — estamos nos referindo ao clown-branco, o parceiro do augusto, mas quando usamos o plural — os clowns — estamos falando dos palhaços em geral: clowns, augustos, excêntricos, grotescos. O figurino desses grandes cômicos de picadeiro era bastante semelhante ao usado pelo grande Grimaldi no início do século, com pequenas variações desenvolvidas por cada um para marcar sua personalidade. Mas Rémy era francês e via o mundo do circo a partir dessa perspectiva.

Como em toda a lenda, existem diferentes versões para este nascimento. Em uma delas, Belling estaria bêbado e por isso teria o nariz vermelho; em outra, a história se passa com outro rapaz e Belling se inspira neste incidente para criar o personagem. O personagem do criado idiota é milenar.

Ainda se percebia uma tentativa de aparentar al- guma normalidade e a graça do atrapalhado estava aí. Em sua juventude chegou a ser conhecido como exímio cavaleiro, mas resolveu que nunca mais montaria depois de perder seu animal num jogo de pôquer.

Footit logo foi reconhecido como um grande palhaço. Seu forte sotaque inglês fez sucesso em Paris e sua cena mais famosa era a paródia da bailarina sobre o cavalo, que ele fazia em travesti. Footit queria ir mais longe na arte da palhaçada, mas incomodava-o ter que dialogar com o mestre de pista. O negro Raphael Padilla nasceu em Havana, Cuba. Grice trouxe-o para Paris, empregando-o como artista e como criado pessoal. A cena começava com Grice chamando ao picadeiro três homens: um inglês, um italiano e Chocolat, o augusto.

A cena continua com a chegada do segundo passageiro, que se apresenta com um bilhete da segunda classe. Grice, o clown, trata-o com desprezo, praticamente ignorando-o.

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Quando Foottit o viu em cena compreendeu imediatamente que havia encontrado o seu parceiro perfeito. De a , por vinte anos, Foottit e Chocolat foram a coqueluche de Paris. Mestre de Pista É você! Chocolat Errou, é o Foottit Foottit! Outra cena que marcou época foi a paródia do Chansoniers de Montmartre.

Em , a dupla se desfez. Os Hanlon-Lees e a comicidade física Palhaços sempre souberam usar a habilidade física para provocar o riso. Dar e levar um pé na bunda é uma arte cultivada ao longo de gerações. Comicidade física é aquela que se baseia fundamentalmente na agilidade, perícia, elasticidade e ritmo dos tombos, tapas, pontapés, saltos, quedas e rolamentos.

O palhaço tem que ser, antes de tudo, um exímio acrobata e ter a inteligência e o talento de dar a um simples tropeço a graça e a comicidade de uma tirada de gênio. Deitado de costas, com as pernas para cima, o portô, que neste caso é chamado o icarista, joga para o alto e apara o volante, sempre usando os pés. George tinha 11 anos, William 7 e Alfred 4 e logo foram para Paris. Foram dez anos de aventuras apresentando-se para as platéias mais insólitas e exóticas.

Nunca puderam se esquecer daquele que foi, para eles, mais do que um professor, um segundo pai. Em homenagem a John Lee, dali por diante passaram a apresentar-se como os Hanlon-Lee, incorporando para sempre ao nome da família o nome daquele que os transformou em grandes artistas. Sozinhos em Havana, os três jovens Hanlons engajaram-se no G.

Bailey Circus e seguiram trabalhando. Se quisessem seguir em frente e apresentarem-se para as grandes platéias européias e norte-americanas, pre- cisariam de muito treinamento e criatividade.

Exige uma extrema perícia e sincronia de todos os três acrobatas.

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Tratava-se de uma estrutura aérea de ferro que cobria o teatro em linha reta, do palco ao fundo da platéia. Pendurados na estrutura de ferro estavam, de espaço a espaço, três barras de trapézio.

Novo balanço e ele pegava a terceira barra de trapézio e, num vôo, chegava a uma plataforma colocada no final da estrutura, por cima do palco do teatro, bem mais alta do que a primeira, localizada no fundo da platéia, de onde ele iniciara seus vôos. E foi neste mesmo ano que conheceram Henri Agoust, um malabarista francês que dançava, lutava esgrima, conhecia magia e, principalmente, sabia tudo de pantomima. Pouco a pouco, os Hanlon-Lees foram descobrindo a sua maneira de fazer pantomimas.

Se- guiam-se outras cenas cômicas de equilíbrio, a Sala de Jantar, em que, comandados pela perícia de malaba- rista de Agoust, preparavam a mesa e serviam um jantar, jogando e equilibrando pratos, bandejas, talheres e diferentes tipos de frutas e legumes. No final apresentavam a pantomima Frater de Village O Barbeiro7 da Aldeia , com direito a cabeças cortadas, muitas correrias e pancadas para todos os lados.

Todos os dias chegavam ao teatro à uma hora da tarde e começavam a ensaiar e inventar novos truques e cenas. Este talento foi colocado a serviço de suas pantomimas. La Chose Agoust. A história segue a viagem de todo o grupo tentando atrapalhar os planos dos vilões e ajudar a mocinha e o mocinho a serem felizes para sempre. Nem clowns brancos, nem augustos.

E quem armou a grande roda foi um palhaço. Pois é. E faziam-no bem. E levou consigo um gaiteiro nosso com sua gaita. O termo gracioso era utilizado, nessa época, para designar os atores cômicos, os que faziam rir nas entremezes. Salto real é um salto mortal. Diogo Dias foi uma figura importante neste início das relações entre portugueses e índios. E foi assim, com festa e folgança, ao som dos gaiteiros e dos tamboris, e sob o comando de um palhaço, que Pindorama virou Brasil.

As Artes Circenses chegaram ao Brasil com as caravelas.

O teatro era parte da vida dos portugueses. Os padres preocupavam-se com as falas dos demônios — que era o momento apropriado para improvisos cômicos e brincadeiras com a platéia — e com as imoralidades. Na jovem colônia passou-se o mesmo. O palhaço brasileiro foi gestado nas festas do Brasil Colônia. E como se faziam festas por aqui Em quase todas as notícias que temos de comemorações do Brasil Colonial os cronistas citam danças, foguetórios e comédias.

Realizadas em curros picadeiros de touradas ou em palanques especialmente construídos, as comemorações duravam dias e en- volviam centenas de pessoas. Mas a festa continuou. No dia seguinte houve alardo geral, uma parada com revista das tro- pas, exercícios e combates simulados no Largo da Ajuda. Na terça-feira, corridas de touros; na quarta, um jogo a cavalo — o jogo de cannas. No domingo, palhaçadas!

Nobres, comerciantes, gente importante, divertindo-se como palhaços, brincando pelas ruas da cidade. Na segunda os festejos se encerraram com um alardo feito pelos estudantes, com foguetórios e exercícios de guerra, mostrando que eles estavam prontos para lutar por Sua Majestade As comemorações seguiam de perto o modelo de festejos na metrópole, mas nunca eram a mesma coisa.

Aqui, no fim do mundo, no lado de baixo do equador, era preciso adaptar, improvisar, reinventar. E assim, pouco a pouco, começava a ser desenhado um jeito brasileiro de brincar. Viagem longa mesmo nos dias de hoje, imaginem em ! No entanto, podemos supor que, além dos artistas contratados da Ópera dos Vivos e do Teatro de Manuel Luiz, grupos de artistas saltimbancos - de passagem para Buenos Aires e para as Minas Gerais - também se apresentassem na Corte.

Aqui possivelmente fizeram o mesmo que em Buenos Aires: levantaram um circo de madeira, lonas, palhas e ramadas para se apresentarem.

José Eu te digo. Aninha Oh! Como é grande! José Pois o curro dos cavalinhos! Isto é que é cousa grande! Porém o que mais me espantou foi ver um homem andar em pé em cima do cavalo. Aninha Em pé? José Outros fingem-se bêbados bêbados,, jogam socos, socos, fazem exercício — e tudo isso sem caírem. Aninha Que vontade tenho eu de ver todas essas cousas! De a , a Cia. Ou seja, antes dele tivemos outro. Os autores estariam se referindo a um mesmo circo?

Teriam os dois o mesmo nome? Em , depois de enriquecer com o circo, Bartholomeu resolve construir o maior teatro da corte: o Imperial Teatro D. Pedro II. Derruba o velho circo e constrói um teatro que pode competir com os maiores da Europa. Comportava até 2. Foi no Imperial Teatro D.

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Pedro II que apresentou-se o clown inglês, Frank Brown, figura importantís- sima no Circo Argentino e que inspirou muitos palhaços brasileiros. A maior e melhor festa dentre as muitas festas populares do Rio de Janeiro Imperial era a Festa do Divino. Diniz de Portugal Segundo a pesquisadora Martha Abreu em seu livro O Império do Divino, de onde tiramos as principais informações sobre a festa, a irmandade mais rica era a da Lapa, mas a festa mais procurada era a do Campo de Santana.

Airosamente inclinadas em selins de banda, duas dançarinas de corda, fantasiadas com luxo, refreavam cavalos fogosos, fustigando-os oportunamente. A moça é bonita? É, sim Sinhô Tem vestido de babado?

Tem, sim Sinhô Rapadura é coisa dura? É, sim Sinhô.. Ora, bate, coió! O Teles era um homem de estatura regular, acaboclado, cheio de corpo e pernas inchadas.

Depois da ouverture — uma valsa ou uma polca — subia o pano. E nem lhe faltavam aplausos e muitos agrados. Justamente nisso brilhava o nosso Teles por seu espírito e mostrava real habilidade. Levantava-se o pano, e ao som de plangente melodia, cantava o Teles: Abra-se o céu, Rasguem-se as nuvens!

Apareça a cena Cheia de luzes! Na Roda de Fiar ele entrava, irritando a pequena boneca em seu trabalho. Minha dona! Apanhando reminiscências, apenas arquivamos na memória um ou outro lance, que nos ficou por causa dos versos. Rebola, minha Malmequeres! E palmas repetidas, bulha incessante, bravos e risadas, partiam ardentes. Arriava-se o pano, sucedendo após minutos um jongo de autômatos negros, vestidos de riscado e carapuça encarnada, que, ao ferver de um batuque rasgado e licencioso, cantavam o estribilho, que ainda é popular.

Santa Casa é quem paga A você! Adoramos a anarquia, por mais que clamemos por ordem. Somos espalhafatosos, falan- tes, cheios de ginga e malícia; sedutores, descarados, bem humorados, afinados e temos um ritmo É como a imagem de que somos um povo preguiçoso, que passa o dia na praia e a noite no samba. Até nossa tristeza é diferente. Mas surgiu no Brasil e faz parte da nossa identidade cultural. Os palhaços dos folguedos - Mateus, Bastiões, Biricos, Velhos, entre outros — cantam e falam besteiras e safadezas o tempo todo.

A habilidade para o improviso foi sendo desenvolvida no Brasil ao longo dos séculos e em todas as regiões do país temos uma riquíssima poesia regional, seja nas toadas dos galpões do sul ou nos cordéis e desafios do nordeste.

Nos livros sobre palhaços europeus nunca encontrei referências a cantigas que se assemelhassem às nossas chulas de palhaço. Chula era qualquer verso cantado. Por exemplo: os versos que os palhaços cantava era chula de palhaço. Agora tinha a chula raiada, que era o samba de partido alto.

Era a mesma coisa. É às 8 da noite? Hoje tem goiabada? Hoje tem marmelada? É de noite, é de dia? E o palhaço o que é?

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E o palhaço o que foi? E a moça na janela? E é na casa da avó? Hoje tem arrelia? E é na casa da tia? E é de perna-de-pau? Ó raia o sol, suspende a lua - olha o palhaço no meio da rua Ó raia o sol, suspende a lua - olha o palhaço no meio da rua E o palhaço o que é? Localizado na rua da Vala, atual Uruguaiana, quase esquina da rua do Ouvidor, bem no centro do Rio de Janeiro, em pouco tempo tornou-se o assunto de toda a cidade.

Memórias Memórias,, pgs. Pela primeira vez as canções de duplo sentido eram aceitas, viravam moda. Moda devassa, mas chic! As cançonetas e operetas lançadas no Alcazar influenciaram Artur Azevedo e o nascente teatro de revista e levaram para os circos as cenas cômicas e canções teatralizadas.

O que nos interessa é o fato de que o Lundu do Escravo era cantado nos circos em , que ao longo dos anos seus versos foram sendo ligeiramente modificados, mas que faziam sucesso até pelo menos , quando o cantor e palhaço negro Eduardo das Neves gravou-o pela Casa Edison com o nome de Preto Forro Alegre.

Iô ficô…. O repertório dos palhaços cantores na pioneira gravadora era vasto. Cantavam de tudo: modinhas, canções, tanguinhos, maxixes, lundus. Bahiano teve a honra de ser o intérprete do primeiro samba gra- vado, o Pelo Telefone.

Mas uma das características mais fortes do repertório eram as canções cômicas, picantes e teatralizadas. Houve um intenso intercâmbio artístico por todo o século XIX e nas primeiras décadas do século XX envolvendo esses países.

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Os artistas que vinham da Europa e dos EUA seguiam as rotas dos navios e organizavam suas turnês de acordo com a ordem dos portos e escalas. Pepino 88, el gran Pepino, nasceu no Uruguai em Filho de genoveses, acrobata e trapezista de renome, transformou-se no palhaço mais querido de toda a Argentina.

Finalizo este capítulo sobre jeito brasileiro com um texto do pesquisador argentino Raul H. O palhaço brasileiro deve muito de seu estilo às personagens cô- micas dos folguedos populares. A graça do velho do Pastoril, dos Mateus, Biricos e Bastiões dos Bois e Cavalos Marinhos, dos palhaços dos Reisados, bem como dos bonecos dos Mamulengos, foram as primeiras influências para a grande maioria de nossos cômicos de picadeiro.

Afinal, as origens dos próprios folguedos se perdem nos tempos e tudo acaba remontando aos antiquíssimos rituais sagra- dos e aos seus sacerdotes do riso… As comemorações profanas de datas sagradas vieram de Portugal e aqui se abrasileiraram.

Exímios improvisadores, cantores, safados, conquistadores, dançarinos cheios de requebros e de trejei- ELOGIO DA BOBAGEM tos, bons de pernadas e cabeçadas, de língua solta e sem freios, nossos cômicos de folguedo abusam dos duplos sentidos e sabem aproveitar o momento para brincar com a platéia. Os foliões saem, de porta em porta, pedindo presentes e cantando louvores ao Menino Jesus, aos Santos Reis e a José e Maria. Os palhaços da Folia de Reis têm sua origem na lenda de que os Reis Magos teriam ido até Herodes para saber onde poderiam encontrar o Menino Rei.

Para se tornar um palhaço de folia é preciso um longo aprendizado e um talento especial. É comum vê-los com uma gola em forma de estrela com as pontas cheias de guizos e levando um porrete que usam para tentar afastar, sem sucesso, as crianças que os seguem o tempo todo.

Habitualmente é feita de couro de bode, mantendo as longas barbas do animal. Normalmente ficam do lado de fora, divertindo a criançada que corre de suas porretadas aos gritos, fazen- do algazarra. Quem sai como palhaço numa folia deve continuar saindo por sete anos sob pena de sofrer alguma desgraça. Faz a festa com as crianças Levando sempre a alegria A todos devotos que tem fé e acredita Nas três imagens benditas: Jesus, José e Maria. O termo pastoras, como sinônimo de cabrochas e passistas, deve-se a essa intimidade entre as duas festas.

Com o tempo, o diabo vai tomando conta da festa e as pastoras deixam de lado seus trejeitos de virgens imaculadas e inocentes. Mas nos bairros populares o Pastoril profano transformou-se numa grande esbórnia.

Vinde, vinde moços e velhos Vinde todos apreciar Como isto é bom, Como isto é belo, Como isto é bom É bom demais… Olhai, olhai, admirai Como isto é bom É bom demais! O Velho usa maquiagem exagerada marcando os olhos, a boca bem vermelha, uma bengala torta e um chapéu. Velho O que é que tem? Diana Comem fritada de salsicha Velho E eu mais a criada nos fartemo é de linguiça!

Diana Se casaram no civil Velho E eu mais a criada nos casemos é no fuzil! Como exemplo do humor dos Velhos de Pastoril reproduzimos os versos da chegada do Velho Faceta, um dos mais famosos velhos do Pastoril Pernambucano: Sou eu o Velho Faceta Que todos ouviram falar Brinco pouco e sou fiel Batuta da capital. Sou eu o Velho Faceta Mecânico desta cidade Endireitador de bicicleta de pau Carroça de burro e engenho de quebrar cana Selim de padaria, motor de luz Outros intelectuais qualquer.

Sou eu o Velho Faceta Que todos ouviram falar. A festa assumiu diferentes formatos em todo o país. Esperto e capaz de tremendas vilanias, ele é o palhaço da festa. Catirina é um homem vestido de mulher, rosto pintado de preto, trejeitos exageradíssimos, alegre par- ceira das brincadeiras do Mateus.

É desbocada e faladeira Câmara Cascudo relaciona os autos do boi com folguedos antiquíssimos, presentes em todas as regiões pastoris do mundo. As damas e os galantes dos nossos bois teriam vindo das procissões do Corpo de Deus em Portugal, a eles se somando os vaqueiros negros Mateus e Birico ou Fidélis. Mateus Quebrou-se o caco e derramou-se o breu!

Mestre Ô Mateu! Mateus Se o copo era grande pra que encheu! Mestre cada vez mais irritado Ô Mateu! Concomitantemente, o Birico fica do lado do Mateus, espicaçando-lhe a vaidade : Birico Vai chalera, corta-jaca, espoleta, enxuga gelo.

O Mateus grita ai, ai, ai, ai! Esperneia e chora. A minha galinha é preta, Preta que só urubu, Mas o ovo sai branquinho Na passagem do … pescoço! Presentes por toda a Europa na época dos descobrimentos, supõe-se que aqui chegaram com os portugueses. A figura cômica é um dos pontos altos do teatro de bonecos e, se estudarmos especialmente o Mamu- lengo nordestino, veremos o forte parentesco entre os palhaços de picadeiro e as figuras da empanada.

Mas quem faz o palhaço cen- tral, o grande cômico, é o boneco principal, que é quase um alter ego do mestre mamulengueiro. Quem foi que passou por aqui? Mateus Joaquim Bozó. Mateus Que Gogó o que! Joaquim Bozó! Mateus Joaquim Bozó! Mateus Puta que pa Diz, diz, diz, diz! Joaquim Bozó Meu velho, donde o senhor parte? Mateus Oxente! Joaquim Bozó Meu velho, donde é que você habita?

Joaquim Bozó Meu velho, como é que se faz um batizado? Joaquim Bozó Meu velho, como é que se trata? Se tiver caju eu só vou mais tu. Se tiver manteiga eu só vou mais minha nega. Se tiver buchada, só vou de madrugada.

Metade de Mim 7. Menino sem juízo 7. E vamos à luta 8. História de Pescador 2. Por ser mulher 6. Faz Uma Loucura Por Mim 3. O Mar Serenou 8. Conferma password Compilare il campo Conferma Password Il campo Password deve avere almento 6 caratteri Le password devono coincidere. Per poter seguire un artista occorre Prestare il consenso. Per poter seguire i tag o gli artisti e permetterci di fornirti contenuto personalizzato in base alle tue preferenze, occorre celestiaiz tuo consenso esplicito in ottemperanza alla direttiva GDPR.

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